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PROVÍNCIA DE SANTO ANTÔNIO DO BRASIL

De 1500 a 1583, aportaram no Brasil nove grupos esporádicos de missionários, tanto portugueses como espanhóis e italianos. Exercendo o apostolado entre Pernambuco e Santa Catarina, não lograram estabelecer-se, embora, até 1549, representassem a única Ordem Religiosa da extensa colônia. Nem a fundação da primeira Custódia partiu, em princípio, dos frades menores portugueses; pois, tal iniciativa se deve a Jorge de Albuquerque, governador de Pernambuco, e a Dona Maria da Rosa, terceira franciscana regular de Olinda, os quais pediram a Felipe II a vinda dos frades menores, depois de indeferido idêntico requerimento pela Província de Santo Antonio de Portugal. El-Rei insistiu no mesmo sentido com o Ministro Geral, Frei Francisco Gonzaga. Este, presidindo ao Capítulo da Província de Santo Antonio, em Lisboa, a 13 de março de 1584, e apresentando o pedido vindo de Pernambuco, encontrou resistência, assim mesmo decretou a fundação da Custódia brasileira de Santo Antonio e nomeou, na mesma data, o primeiro custódio Frei Melquior de Santa Catarina.

A 12 de abril de 1585, chegaram a Olinda os oito fundadores da Custódia, ocupando, a 4 de outubro do mesmo ano, o Convento de Nossa Senhora das Neves, que D. Maria da Rosa lhes doara. A atividade principal dos franciscanos desenvolveu–se na catequese dos índios das seguintes missões: Olinda (duas), Itamaracá, Itapissuma, Ponta de Pedras, Siri, Tracunhaém, Una ou Iguna, em Pernambuco; Porto de Pedras, em Alagoas; Almagra, Guirajibe, Joane, Mangue, Praia, Santo Agostinho, Jacoca, Assunção, Piragibe, e outros três centros missionários na Paraíba cujos nomes não são conhecidos e com os quais estavam anexas outras 16 ou 18 aldeias.

Por volta de 1619, o Prefeito Apóstolico Antônio Teixeira Cabral confiou as missões ao clero secular. Atesta Frei Vicente do Salvador, como ex-missionário, que os franciscanos, entre 1585 a 1619, batizaram 52 mil índios.

Em 1624, vários missionários de Olinda acompanharam a Frei Cristóvão Severim de Lisboa para o Maranhão, ajudando na catequese durante alguns anos, e introduzindo os dez missionários recém–chegados.

Até 1647, a Custódia de Olinda ficou dependendo da Província mãe, cabendo a esta, até 1614, a eleição dos superiores e a solução dos assuntos de maior importância, enquanto o custódio do Brasil reunia periodicamente a chamada junta. A 14 de outubro de 1614, o custódio Frei Vicente do Salvador presidiu ao primeiro Capítulo, no Convento de Olinda, cabendo aos Capitulares as eleições para todos os cargos, exceto o do Custódio, que era eleito em Lisboa.

O Papa Inocêncio X, a 18 de abril de a 1647, conferiu autonomia à Custódia de Santo Antonio, separando-a da Província Portuguesa, e Alexandre VII, a 24 de agosto de 1657, a elevou a categoria de Província.

Neste intervalo de tempo, a maior parte dos conventos foram fundados entre a Bahia e São Paulo, em consequência da invasão holandesa em Pernambuco (1630 - 1654). Além do curso filosófico - teológico criado em Olinda (1596), havia outros em Salvador e no Rio de Janeiro.

O primeiro Capítulo Provincial, em 5 de novembro de 1659, reuniu os nove conventos fundados entre São Paulo e o Espírito Santo, formando a nova custódia da Imaculada Conceição, a qual recebeu foros de província autônoma em 1675.

Continuaram a pertencer à Província de Santo Antonio os Conventos de Olinda (1585), Salvador (1587), Igaraçu (1588), Paraiba (1589), Ipojuca e Recife (1606), São Francisco do Conde (Sergipe do Conde 1629), Sirinhaém (1639), Paraguaçu (1669) Cairu (1650), São Cristóvão (Sergipe Del-Rei 1657), Penedo e Alagoas (1660), e o hospício da Boa Viagem (Salvador 1710). O governo Colonial não consentiu na fundação de outros conventos, apesar de vários pedidos como por exemplo da parte de Natal, Aquirás, Oeiras, etc. Até na região das missões, não podia haver conventos se não hospícios para dois ou três religiosos.

Após longa interrupção, a Província reintroduziu a catequese entre os silvícolas, em 1679, fundada no correr dos tempos nas seguintes missões: Itapicuru de Cima, Massacará, Saí, Jacobina, Juazeiro, Rodelas, Camamu, Massarandupio, Jeromoaba, Pambu, Curral dos Bois, Aracapá, Piaqui, Catu e Salitre na Bahia; Alagoas e Palmar, em Alagoas; Una, Caripós, Zorobaté, Unhunhu, Pontal, Aricobe e Pajeú, em Pernambuco. Cariris, na Paraíba. Como última foi extinta a missão de Saí, em 1864. Faltam notícias a respeito do resultado surtido na catequese franciscana.

Os Frades Menores salientaram–se também missionários volantes; exerciam o sagrado ministério, durante os longos peditórios sertão a dentro, percorrendo até o Ceará e o Piaui, desobrigando os fiéis e alistando muitos à Ordem Terceira. A todos os conventos achavam-se agregadas fraternidades terciárias, com vida religiosa acentuada.

Dutante o século XVIII, vários conventos mantiveram grátis as chamadas aulas de gramática para meninos pobres, até que o governo, em 1785, substituiu os mestres franciscanos por professores leigos. As casas de estudos filosóficos e teológicos eram as de Olinda , Recife, Salvador e, temporariamente, Paraiba. Os noviciados funcionavam em Igaraçu e Paraguaçu para as vocações brasileiras e portuguesas.

Os franciscanos da custódia se haviam regido pelos estatutos e regulamentos missionários aprovados pela Província mãe. O 1º Capítulo Provincial de 1659 estabeleceu a elaboração de estatutos Provinciais próprios, os quais, ao que parece, nunca se puseram em prática devido a discórdias internas; até que, em 1705, entraram em vigor os estatutos compilados por Frei Cosme do Espírito Santo. Naquela ocasião, a Província alcançara de Inocêncio XI o privilégio de receber os visitadores escolhidos de entre os seus próprios filhos, extinguindo destarte as pertubações até então experimentadas (1688). O mesmo Papa transferiu o provincialado de Olinda para Salvador, entrando o respectivo breve em vigor em 1691, por ocasião do capítulo celebrado na Bahia. Em 1941, a Cúria Geral de Roma aprovou a transferência de Salvador para Recife.

No tempo da constituição da Custódia em Província, um decreto régio estabeleceu que não houvesse mais de 200 frades na Província. Não obstante, os superiores ultrapassaram este número, de maneira que no ano de 1739 havia já 420 frades (361 sacerdotes e clérigos e mais 99 irmãos).

Dai, outro decreto régio de 25 de maio de 1740 proibiu recerber noviços até que, por morte, o número ficasse reduzido a 400. No entanto, por uma notável arte de interpretação, foi possível que, no ano 1764 se contasse quase 470 professos na Província.

Mas em 30 de janeiro de 1764, sob a responsabilidade de Pombal, foi publicado o decreto régio, segundo o qual ficou estritamente proibido a admissão de noviços durante 14 anos. Se bem que, com autoridade régia, fossem recebidos, algumas vezes, noviços em maior número. Havia a 6 de maio de 1801 apenas 158 religiosos; em virtude de novas concessões, o número, pôde ser aumentado até 1845 a 227 religiosos.

No mesmo ano de 1845, um decreto de Pedro II proibiu a admissão de noviços à Ordem sem licença especial do Governo, decreto esse interpretado a 19 de maio de 1855 no sentido de que ficava absolutamente proibido admitir noviços “até que uma concordata tivesse sido celebrada entre o Império do Brasil e a Santa Sé”. Como esta condição nunca se realizasse o número de religiosos diminuia depressa.

Por decreto da Congregação dos Bispos e Religiosos de 27 de março de 1886, abolido o privilégio de isenção, os sobreviventes das Ordens foram sujeitos à autoridade dos Bispos.

Já desde 1886 o último o Ministro Provincial, Frei Antônio de São Camilo de Lelis Carvalho, havia insistido junto ao Ministro Geral em que a Província fosse restaurada por confrades da Europa. Assim aconteceu que aos 12 de dezembro de 1889, fosse confiada à Província Saxônica da Santa Cruz a assim chamada Missão da Bahia.

Aos 27 de dezembro de 1892, os novos confrades da Europa chegaram ao Convento São Francisco de Salvador (Bahia), tendo sido realizada a 2 de março de 1893 a Congregação Capitular dos antigos e novos frades, quando ficou decretada e iniciada a reforma e renovação da Província de Santo Antônio.

Finalmente aos 14 de setembro de 1901, o Vigário Geral da Ordem, Padre Davi Fleming, publicou o decreto pelo qual a antiga Província ressurgiu “dos mortos”: Das suas casas, 14 foram restauradas pouco a pouco e 5 entregues (Paraiba, Igaraçu, Alagoass, Paraguaçu e Boa Viagem).

Outras casas foram fundadas, a saber: Pesqueira (1902), Igreja Nova (1905), João Pessoa (São Pedro, 1911), outra na mesma cidade (Rosário 1920), Canindé (1922), Fortaleza (1929), Aracaju (1934) Itajuipe (1935), Campo Formoso (1938), Mossoró (1941), Campina Grande (1944), Maceió (1964) e João Pessoa (Cruz das Armas - 1967).

Acrescentaram-se, além das casas acima mencionadas, o Colégio de Bardel (Alemanha) em 1921, o Colégio Seráfico de Ipuarana em 1940 e as escolas apostólicas de Tianguá (1940) e de Triunfo (1944). No ano de 1951 fundou-se a Residência de Santo Antônio, em Brotas (Salvador), ao lado da casa de Retiro de São Francisco, construída e dirigida pelos nossos confrades.

No ano de 1960, obtida a aprovação da Cúria Romana e com o consentimento da Província da Soxônia, foi fundada em Mettingen (Alemanha) mais uma residência nossa com a finalidade de abrir uma Escola Vocacional para adultos.

No ano de 1951, precedida a convenção entre a nossa Província e a província da Saxônia, um decreto da Cúria Geral desmembrou do território da Província os Estados do Piauí e do Maranhão, confiando-os à Província da Saxônia.

De 1907 até 1956 a Província administrou a Prelazia de Santarém (Estado do Pará). Neste tempo ela fundou 6 casas, a saber: Santarém, (1907), Monte Alegre (1910), Alenquer (1930), o Ginásio Dom Amando (Santarém - 1944), entregue à outra administração em 1951 e Oriximiná (1948).

Num Congresso do Definitório Geral em 1956, o Comissariado de Santarém foi dividido em dois Comissariados, o de Santarém, entregue à Província do Sagrado Coração de Jesus da América do Norte e o de Óbidos, com as casas de Óbidos, Alenquer e Oriximiná, entregue à nossa Província a qual ainda abriu uma casa em Belém do Pará (1965).

Também nossa Missão entre os índios Mundurucu no rio Cururu, fundada em 1911, foi entregue ao Comissário de Santarém em 1961, continuando ali dois Missionários nossos. Frei Plácido e Frei Edmundo, na catequese daquela tribo, tendo a Província iniciada outra Missão entre os Tiriós em 1960, na Prelazia de Óbidos, elevada a residência a 28 de dezembro de 1964.

Por vários motivos se fecharam as casas de João Pessoa - Cruz das Armas (1973), Tianguá (1973) , Igreja Nova (1975) e João Pessoa - São Pedro (1976).

Desde as Capítulo de 1979, São Francisco do Conde, com as Paróquias de Madre de Deus e Candeias, pertence ao Convento Regional de Salvador. Em 1980, o convento e a paróquia de Oriximiná foram entregues aos PP da S.V. D.; em 1982 entregaram-se ao Bispo Diocesano de Ilhéus o convento e a paróquia de Itajuipe.

Com a criação da Vice Província de São Benedito da Amazônia, em 1990, as casas de Óbidos e Alenquer passaram a pertencer à Vice-Província, permanecendo porém sob nossos cuidados a Missão dos Tiriós e a Casa de apoio em Belém.

Em 1988 foi aberta a nova Casa de Noviciado em Sítio Cruz, na Diocese de Garanhuns - PE.

Em agosto de 2000 o Congresso Definitorial aprova a volta da Casa de Noviciado para Ipojuca.

 

SUPERIORES MAIORES DA PROVÍNCIA

 

A - Os Custódios dependentes de Portugal

01 - Frei Melquior de Santa Catarina (Nomeado) 1584
02 - Frei Leonardo de Jesus 1593
03 - Frei Braz de São Jerônimo 1596
04 - Frei Antônio da Estrela 1602
05 - Frei Leonardo de Jesus 1605
06 - Frei Francisco dos Santos 1608
07 - Frei Antonio da Estrela 1612
08 - Frei Vicente Salvador 1614
09 - Frei Paulo de Santa Catarina 1617
10 - Frei Manoel de Cristo 1619
11 - Frei Antônio Braga 1623
12 - Frei Antonio dos Anjos 1626
13 - Frei Simeão de Santo Antônio 1629
14 - Frei Cosme de São Damião 1633
15 - Frei Manoel de Santa Maria 1637
16 - Frei Francisco das Neves 1642
17 - Frei Bento de Santa Catarina 1646
18 - Frei Gabriel do Espírito Santo 1647

 

B - Os Custódios independentes de Portugal

01 - Frei João Batista (Nomeado) 1647
02 - Frei Sebastião do Espírito Santo 1650
03 - Frei Daniel de São Francisco 1653
04 - Frei Pantaleão Batista 1657

C - Os Ministros Provinciais

01 - Frei Antônio dos Mártires 1659
02 - Frei Aleixo da Madre de Deus 1662
03 - Frei Jacome da Purificação 1670
04 - Frei Simeão das Chagas 1673
05 - Frei Miguel das Chagas 1681
06 - Frei Domingos de Loreto 1685
07 - Frei Pacífico de Jesus 1689
08 - Frei André de São Boaventura 1692
09 - Frei Jacome da Purificação 1695
10 - Frei José de Santa Catarina 1699
11 - Frei André da Conceição 1702
12 - Frei Cosme do Espírito Santo 1705
13 - Frei Estêvão de Santa Maria 1707
14 - Frei Agostinho da Assunção 1710
15 - Frei Cosme do Espírito Santo (2ª vez) 1714
16 - Frei Gonçalo de Santa Izabel 1717
17 - Frei Hilário da Visitação 1719
18 - Frei Miguel de Santa Catarina 1723
19 - Frei João do Deserto 1726
20 - Frei Hilário da Visitação (2ª vez) 1729
21 - Frei João da Santíssima Trindade 1732
22 - Frei João do Padre Eterno 1735
23 - Frei Manoel da Ressurreição 1738
24 - Frei Gervásio do Rosário 1741
25 - Frei Ruperto de Jesus 1743
26 - Frei Manoel da Ressurreição (2ª vez) 1746
27 - Frei Gervásio do Rosário (2ª vez) 1749
28 - Frei Manoel de Jesus Maria 1752
29 - Frei Inácio de São Félix 1755
30 - Frei Antônio de Santa Isabel 1758
31 - Frei Manoel de Jesus Maria (2ª vez) 1761
32 - Frei Jacinto de Santa Brigida 1764
33 - Frei Felicianop de Jesus 1768
34 - Frei Manoel da Epifania 1771
35 - Frei Custódio de Santo Tomás 1774
36 - Frei Domingos da Purificação 1777
37 - Frei Luiz de Santo Antônio 1780
38 - Frei Caetano do Espírito Santo 1783
39 - Frei Manoel de São Vicente 1787
40 - Frei Antônio da Encarnação 1790
41 - Frei Mateus da Encarnação 1793
42 - Frei José de São Luiz 1796
43 - Frei Francisco de Santa Rita 1800
44 - Frei Sebastião de Jesus e Santana 1802
45 - Frei Antonio de Espírito Santo Mariz 1805
46 - Frei José de Santo Tomás Correia 1808
47 - Frei Francisco de Santana 1811
48 - Frei José de Santo Tomás Correia 1814
49 - Frei Miguel de S. Miquelina 1817
50 - Frei Lourenço da Encarnação 1820
51 - Frei Francisco de Assis Baiense 1824
52 - Frei Manoel de Santana 1827
53 - Frei João do Nascimento de Maria 1829
54 - Frei Francisco do Sacramento Brayner 1832
55 - Frei José de Jesus Maria 1835
56 - Frei Manoel de Sá Felipe 1838
57 - Frei Jerônimo de S. Pedro de Alcântara 1841
58 - Frei João do Sagrado Coração de Jesus 1844
59 - Frei Luiz do Menino Jesus 1847
60 - Frei Francisco do Ss. Salvador 1850
61 - Frei José de Jesus Maria 1854
62 - Frei Francisco de N. Senhora da Penha 1857
63 - Frei Nicolau do Bonfim 1860
64 - Frei Francisco de N. Senhora da Penha 1863
65 - Frei Francisco de N. Senhora da Penha 1867
66 - Frei Francisco de N. Senhora da Penha 1869
67 - Frei Francisco de N. Senhora da Penha 1872
68 - Frei Francisco de N. Senhora da Penha 1875
69 - Frei Antonio de São Camilo de Lellis 1878
70 - Frei Antonio de São Camilo de Lellis 1881
71 - Frei Antonio de São Camilo de Lellis 1885

 

D - Os Camissários instituidos pela Província da Soxônia

01 - Frei Amando Bahlmann 1892
02 - Frei Irineu (Amando Bahlmann) 1893
03 - Frei Gregário Janknecht, Visitador 1895
04 - Frei Lulo Mus 1896
05 - Frei Hipólito Zureck 1897

 

E - Os Ministros Provinciais, depois da Reforma

01 - Frei Hipólito Zureck 1902
02 - Frei Hipólito Zureck 1904
03 - Frei Eugênio Kullmann 1907
04 - Frei Eugênio Kullmann 1910
05 - Frei Eduardo Herberhold 1913
06 - Frei Eduardo Herberhold 1916
07 - Frei Damião Klein 1920
08 - Frei Eduardo Herberhold 1923
09 - Frei Cornélio Neises 1926
10 - Frei Cornélio Neises 1929
11 - Frei Humberto Triffterer 1932
12 - Frei Humberto Triffterer 1935
13 - Frei Humberto Triffterer 1938
14 - Frei Pedro Westermann 1940
15 - Frei Pedro Westermann 1944
16 - Frei Vicente Senge 1948
17 - Frei Vicente Senge 1952
18 - Frei Serafim Prein 1955
19 - Frei Serafim Prein 1961
20 - Frei Martinho Limper 1967
21 - Frei Osvaldo Linn 1972
22 - Frei Wallfrido Mohn 1973
23 - Frei Honório Rito de Leão Brasil 1979
24 - Frei Antonio Carlos de Góis Cajueiro 1985
25 - Frei Antonio Carlos de Góis Cajueiro 1991
26 - Frei Afonso Schomaker 1994
27 - Frei Aloísio Fragoso de Morais 2000
28 - Frei Marconi Lins de Araújo 2006

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